A
direção da Santa Casa de Guararapes investiu a totalidade do dinheiro
arrecadado com a venda de lanches (cachorro-quente) no Domingo na Praça,
realizado pela Prefeitura de Guararapes em maio, para a renovação das roupas de
cama das suas unidades de pronto-socorro, internação, maternidade e sala de
cirurgias.
Segundo
balanço divulgado pela direção, foram arrecadados com os lanches R$ 7 mil. O
montante foi integralmente revertido para a Santa Casa, porque todos os
alimentos usados foram conseguidos em doações do comércio, sem despesas para a
participação da entidade no Domingo na Praça deste ano.
Foram
comprados 200 lençóis de tipos variados, incluindo modelos especiais para o
berçário, e 63 unidades para o Centro Cirúrgico, de campos simples e duplo,
além de 69 fronhas.
Dos R$ 7 mil arrecadados, R$ 5.350 foram usados para comprar os 410 metros lineares de tecidos próprios para os lençóis hospitalares e R$ 1.720 cobriram o custo da confecção. “Agradecemos de coração aos doadores do comércio, aos funcionários que ajudaram na barraca do lanche durante o Domingo na Praça e à população, que mais uma vez colaborou com o nosso hospital”, agradece a provedora Jane Aparecida de Oliveira.
APELO À POPULAÇÃO
O
investimento feito pela Santa Casa para a renovação da roupagem das camas,
superior a R$ 7 mil, é considerado uma despesa necessária para manter o padrão
de higiene e conforto dos pacientes.
Mas
o gasto poderia ser menor, caso as famílias dos pacientes que passam por
remoções se conscientizassem de que o hospital trabalha sempre dentro de um
aperto financeiro, que não lhe permite nenhum descuido em seus gastos, por
menor que seja.
Na
condução dos pacientes sob alta médica - ou transferidos para outras unidades
hospitalares -, mas que ainda estão com dificuldades para andar, eles são
levados em maca até a ambulância e removidos para o veículo sobre os lençóis,
os quais raramente são devolvidos posteriormente pelos familiares, muitas vezes
por falta de tempo.
“Por
favor, colaborem, devolvendo os lençóis, porque todo gasto que pudermos evitar,
será revertido em outras compras para melhorar o atendimento à própria
população”, pede a enfermeira responsável pelo Setor de Lavanderia, Rita de
Cássia Neto Bahu.
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