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Motorista de aplicativo mata dois irmãos depois de derramarem cerveja em carro

 

           Um motorista por aplicativo matou a tiros dois homens, de 20 e 30 anos, que eram irmãos, depois de derramarem cerveja no banco de trás do carro. O caso aconteceu em Francisco Beltrão, no Paraná, na madrugada de domingo (1). O homem foi liberado pela polícia depois da audiência de custódia.


          De acordo com o que foi divulgado pela Polícia Civil do PR, o motorista atendeu o pedido de corrida feito pelos dois irmãos e por uma mulher. Eles foram deixados no endereço combinado e mais tarde, o motorista percebeu que haviam esquecido uma bolsa no banco de trás.

           Ele levou a bolsa feminina no endereço em que havia deixado os três e reclamou para os irmãos que eles haviam derrubado cerveja no banco de trás do carro, exigindo que compensassem o dia de trabalho dele, já que não poderia mais atender a outras solicitações de corrida com o veículo encharcado de bebida alcoólica.

      Uma discussão foi iniciada e para se defender, o motorista pegou uma pistola 9 milímetros que trazia consigo e atirou nos irmãos. Os dois morreram no local. O atirador acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que constatou as mortes. Os irmãos também estavam armados, com uma pistola calibre 22 e uma faca, mas não feriram o motorista.

        O investigado foi conduzido para a delegacia, onde depois de prestar o seu depoimento, foi conduzido para audiência de custódia e liberado, mesmo com a acusação de duplo homicídio e porte ilegal de arma de fogo. Segundo o delegado, o motorista é réu primário e colaborou com as autoridades, o que fez com que a Justiça determinasse que ele fosse solto.

1 Comentários

  1. Anônimo3/2/26 07:28

    Não sou a favor de ninguém matar ninguém,mas o caso aí aponta que o motorista de aplicativo é gente boa , tanto é que foi devolver a bolsa da senhora , claro que percebendo os danis no seu veículo teria que tomar uma providência ,nada mais justo que os passageiros pagasse a lavagem e uma porcentagem pelo tempo que ficaria parado uma divisão do prejuízo , acredito que a reação do lado oposto deve ter sido das piores, portanto levou o trabalhador cometer essa atitude, legítima defesa , com certeza!

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