O Brasil registrou
em 2024, 9,1 mil óbitos resultantes de complicações do vírus HIV, que causa a
Aids. De acordo com dados do Ministério da Saúde, é o menor índice registrado em
32 anos.
Além disso,
foi verificada uma redução de 1,5% na quantidade de diagnósticos da síndrome.
Já o número de gestantes com HIV sofreu um recuo de 7,9%, enquanto o de
crianças expostas ao vírus diminuiu 4,2%.
De acordo com
o ministério, os avanços são resultados da ampliação da testagem e oferta de
tratamentos mais modernos no Sistema Único de Saúde (SUS).
Em meio a esse cenário, o Ministério da Saúde inaugurou a exposição “40 Anos da Resposta Brasileira à Aids”. O evento foi realizado no SESI Lab, em Brasília (DF), na segunda-feira (1º) – Dia Mundial de Combate à Aids.
Eliminação da transmissão de mãe para filho
Em meio ao
progresso registrado nos últimos anos, o Brasil também conseguiu eliminar, como
problema de saúde pública, a transmissão do HIV de mãe para filho durante a
gravidez, o parto ou a amamentação – conhecida como transmissão vertical.
Na prática, a
ciência nacional interrompeu a infecção de bebês por via materna, de forma
sustentada, alcançando o que determinam as metas internacionais, conforme o que
preveem os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).
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