Às vésperas de
completar 30 anos de utilização, o sistema eletrônico de votação brasileiro
chega às Eleições Gerais de 2026 consolidado como um dos principais pilares de
fortalecimento da democracia no país.
Ao longo desse
período, a tecnologia se firmou como um instrumento decisivo para garantir
segurança, agilidade e confiabilidade ao processo eleitoral. Essa mudança
marcou a forma como os brasileiros exercem o direito ao voto e não ocorreu
somente no Brasil — como alegam, de forma enganosa, diversas fake news —, já
que outras nações também passaram a utilizar o sistema eletrônico.
Levantamento
do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (Idea)
aponta que ao menos 34 países utilizam ou já utilizaram algum tipo de sistema
eletrônico de votação em processos oficiais, seja em pleitos nacionais,
subnacionais ou em consultas específicas.
O uso do voto
eletrônico ao redor do mundo apresenta formatos e alcances distintos, variando
de acordo com a legislação eleitoral de cada país. Entre as nações que já
recorreram ou recorrem a sistemas de votação eletrônica em diferentes níveis
estão: Albânia, Argentina, Armênia, Austrália, Bangladesh, Bélgica, Butão,
Brasil, Bulgária, Canadá, Coreia do Sul, El Salvador, Emirados Árabes Unidos,
Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Fiji, Filipinas, França, Índia, Irã,
Iraque, México, Mongólia, Nova Zelândia, Omã, Panamá, Paraguai, Peru,
Quirguistão, República Democrática do Congo, República Dominicana, Suíça e
Venezuela.
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