O número de
mulheres beneficiadas pelo Auxílio-Aluguel na região administrativa de
Araçatuba triplicou neste último mês de junho, em comparação ao mesmo mês em
2025. Em junho deste ano, foram repassados R$ 70,5 mil para 141 mulheres
cadastradas no programa até maio. No mesmo período do ano anterior, foram R$ 23
mil a 46 beneficiárias inscritas.
Desde a
implantação do programa, em fevereiro de 2025, 230 mulheres já foram atendidas
na região, com um repasse significativo de R$ 617 mil até o momento. No Estado
de São Paulo este número também quase triplicou. Mais de 5,3 mil mulheres
vítimas de violência doméstica receberam o benefício em junho, ante 1,8 mil no
mesmo mês em 2025.
O aumento no
número de mulheres atendidas pelo Auxílio-Aluguel, pago pelo Governo do Estado
por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS), reflete a ampliação do
acesso à política pública e o fortalecimento da rede de proteção do Estado,
ajudando quem realmente precisa romper o ciclo de violência e recomeçar com
mais segurança.
Esta é a
primeira vez que o programa soma mais de cinco mil mulheres atendidas num único
mês em território estadual. “Alcançar esse recorde de atendimento mostra a
força e a urgência de uma política pública voltada para que as mulheres não
fiquem desamparadas”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza
Rosalém. “Mais do que números, estamos falando de vidas que ganham a
oportunidade real de romper o ciclo da violência com dignidade e autonomia.”
Criado pelo Governo do Estado de São Paulo, o programa oferece uma ajuda de custo mensal de R$ 500 por seis meses, com possibilidade de renovação por igual período. O objetivo é garantir condições concretas para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam se afastar de relações violentas com segurança e dignidade.
QUEM PODE PEDIR AJUDA
Podem
solicitar o benefício mulheres que possuam medida protetiva expedida pela
Justiça, residam no Estado de São Paulo, estejam em situação de vulnerabilidade
e cuja renda, até o momento da separação, não ultrapasse dois salários mínimos.
O
cadastramento é feito pela rede municipal de assistência social nos municípios
participantes. Após análise e aprovação, o valor é disponibilizado por meio de
Poupança Social no Banco do Brasil, diretamente às beneficiárias.
Além do
suporte financeiro, o programa articula outras políticas públicas municipais,
ampliando o acesso a serviços de proteção social, orientação e acompanhamento
às mulheres atendidas em todo o estado.
ONDE BUSCAR AJUDA
·
Na Assistência Social:
Centros de Referência da
Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência
Social (CREAS) e Centros de Referência de Atendimento à Mulher;
·
Na Saúde:
Unidades Básicas de Saúde (UBS),
Prontos-Socorros (PS) e hospitais;
·
Na Segurança Pública:
Delegacias de Defesa da Mulher
(DDMs), Distritos Policiais (DPs) e Batalhões da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros;
·
Nos órgãos do Sistema de Justiça:
Ministérios Públicos, Defensorias
Públicas e Ordem dos Advogados do Brasil
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