Eleitores dos
municípios de Macedônia, Martinópolis e Narandiba, no interior paulista,
votarão para os cargos de prefeito e vice-prefeito no dia 25 de outubro em
eleições suplementares.
A votação
ocorrerá de forma simultânea com o 2º turno das Eleições 2026 e o eleitorado
realizará duas escolhas, na seguinte ordem: primeiro, o voto para presidente da
República e, então, o voto para prefeito municipal.
As eleições suplementares decorrem da cassação do mandato dos prefeitos eleitos em 2024. Os novos chefes do Executivo municipal exercerão o cargo até 31 de dezembro de 2028.
Macedônia
Em Macedônia,
a necessidade de eleições suplementares decorre da cassação dos mandatos do
prefeito e da vice-prefeita eleitos em 2024, Reginaldo Eloy Marcomini dos Reis
(PSD) e Vanja Cristina Andrade Sabino dos Reis (PL), em razão de abuso de poder
político e econômico.
A Ação de
Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi ajuizada pela coligação “Compromisso
com o Futuro” (PP, MDB e União Brasil), alegando que houve a concessão de
gratificações a servidores públicos municipais com valores que extrapolavam a
recomposição salarial.
Martinópolis
Já em
Martinópolis, a necessidade de eleições suplementares se dá pela cassação dos
mandatos de Valdeci Soares dos Santos Filho (Republicanos) e Marcos Rogério
Matarazo (Podemos), respectivamente prefeito e vice-prefeito eleitos, em razão
de abuso de poder político e econômico.
Na ação, o partido
União Brasil alegou que a administração municipal teria apresentado projeto de
lei de reestruturação de cargos, sem observar requisitos legais, e
disponibilizado transporte gratuito para eleitores na semana anterior às
eleições, sem justificativa válida.
Narandiba
Em Narandiba,
haverá eleições suplementares em razão da cassação dos mandatos, por abuso de
poder econômico, do prefeito, Danillo Carvalho dos Santos (Republicanos), e de
sua vice-prefeita, Joana Rita Ribas Branco (MDB), eleitos em 2024.
A ação foi
proposta pela coligação “Narandiba Para Todos” (PDT, PRD e PSB) e por Luiz
Carlos Porto Martins (PSB), alegando captação ilícita de votos por meio de
pagamentos via Pix e de doações de materiais de construção.

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